Editorial

2 - 3 minutes readRevista Xenite ressurge das cinzas!

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A Revista Xenite finalmente está de volta. Glória e aleluia!

Depois de quase um ano, o reduto para quem acha que cultura popular não é o bastante está voltando às atividades mensais.

Esse mês, temos muito material bom para divulgar e, lógico, muito conteúdo sobre o que todo mundo mais gosta: Xena.

Antes de tudo gostaríamos de agradecer aos membros que enviaram material para que pudéssemos fazer deste retorno único. Por outro lado, gostaríamos de pedir desculpas a alguns outros, pois 3% do material postado no servidor anterior não foi recuperado. Dessa forma, se o dono do artigo detectar a ausência dele por aqui, gostaríamos de pedir que a pessoa se pronuncie, de forma a nos reenviar para publicarmos em futuras edições.

Passado o primeiro momento, gostaríamos de fazer uma ementa sobre o que tem para este mês: artigos sobre Xena no Netflix, o retorno da Princesa Guerreira à Record (que ocorreu justamente porque a Revista Xenite estava prestes a voltar!), Girl Power em edição dupla, Bad Boy, Boy Power, Bitch Power e um depoimento mais do que exclusivo sobre a última XenaCon.

Exatamente isso. A nossa xenite mais conhecida como Chapo narra a pra gente a primeira parte em uma matéria saída do forno sobre o que rolou por lá para lá de emocionante. Dúvidas de que esta edição está imperdível? Não se esqueçam de comentar e se joguem!

Xena e sua influência no mundo externo – por Pedro Henrique

Afrodite is back, bitches! – por Afrodite 

Ele preferiu a morte da humanidade em troca da imortalidade do seu amor – por Aryane Mello

De Rainha do Egito para espiã internacional… seu codinome é Bitch Power! – por Alessandro Chmiel

The Doctor (Just, the Doctor) – por Aryane Mello e Mary Anne 

Xeeking Xena – parte 1 – por Camila “Chapo”

Das cinzas – por Cris “Barda”

O morto, o vivo e a guerreira – por “Di” Friori

Muito mais do que uma ajudante loirinha – por Mary Anne

Lost Mariner x Beauty and the Beast – por Gisele Gonçalves

Xena de volta à Record! – por Robson Bardo

Curso de estrutura de roteiros  Aprendendo linguagem cinematográfica com Xena – por SSenat

Xena e Hércules no Netflix! – por Robson Bardo

Reassistindo a menosprezada primeira temporada – por Renata Teófilo

Time homossexual em Xena – por Robson Bardo

Desejo insaciável de poder – por Camila “Chapo”

Minha infância com uma boneca de Xena – por Robson Bardo

A Princesa Guerreira foi sua inspiração infantil… mas a flor Colombiana quer mesmo é vingança! – por Alessandro Chmiel

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